Monday, February 27, 2012

Europa 2011

Em tempo, queria registrar aqui o que descobri, senti e experienciei na minha primeira viagem pra Europa, de 13 de Junho a 9 de Agosto.
Quando contei sobre Amsterdam num post anterior, minha primeira parada da minha viagem comigo mesma, não contei do quão bom foi de verdade. Esse sentimento único de conexão comigo mesma que faz todo o resto simplesmente ir pro lugar sem resistência. A conexão que temos com o nosso eu é a coisa mais verdadeira que podemos atingir nessa vida, e felizes são aqueles que conseguem. 
Cheguei em Amsterdam muito bem recebida por uma amiga. Aliás, toda a minha viagem foi coberta de momentos incríveis com pessoas maravilhosas que aparecem na minha vida. Mas foi no meu primeiro momento sozinha, à meia noite de uma noite com uma chuvinha bem fina e gostosa, que senti eu meu eu gritando de felicidade. Cogitei ir dormir depois de 23 horas viajando, mas mudei de ideia loguinho. Sai à noite a caminhar pelas ruas, que sensação libertadora, o novo comigo parte dele, uma mistura perfeitamente harmonica. Abri os braços em cima da primeira ponte no primeiro canal que me deparei. A cidade inteira tem pontes e canais em circulo, é lindo. Lindo lindo lindo. Junto com os braços abri meu sorriso aos pingos leves da chuva, que se misturaram com algumas lágrimas de alegria, de libertação, de realização. Que sensação maravilhosa. 

Em Amsterdam
Bicicleta alugada, visita ao Vondelpark, milhares de museus pra quem gosta (prefiro a rua e as flores, pessoalmente), comer stroopwafel na feirinha Albert Cuypmarkt (que tem muitas coisas legais de baratas, de fruta a malas) e caminhada pelas ruas de dia e à noite. Natureza, coisas gostosas, mil bares, milhares de turistas, e também ouvi dizer que a batata frita deles é uma coisa de louco. Essa eu não provei mas ainda vou.

Canais
Vondelpark



A minha viagem se resumiu a isso, colher frutos bons que planto diariamente, e plantar muitos novos. Amsterdam acabou sendo um dos meus lugares favoritos por essa magia de ser o primeiro e por ser uma cidade tão linda. Ruazinhas, canais, bicicletas e parques lindos com flores e muitas crianças, pessoas sorridentes e carros bem pequenos, como em todo o resto da Europa.

Em Ibiza/Formentera
Meus segundos lugares favoritos (já explico) foram Formentera e Ibiza. Ibiza é incrível, muita praia linda, gente do mundo todo, festa e musica boa. Formentera é uma outra dimensão no universo. Um dos lugares mais bonitos que eu já pisei. É uma ilha bem pequena do ladinho da ilha de Ibiza, por isso dois em um. Pra Formentera geralmente se vai pra passar o dia, ou pra um retiro mais longo mas ouvi dizer que as pousadas são bem seletivas quanto à quem se hospeda nelas. Nesse lugar eu cheguei num clima do filme A Praia. Olhar aquela água tão linda, areia tão branquinha, poucas alterações do homem comparado à outros lugares. Formentera é um lugar mágico pra mim, nem todos os turistas chegam até lá, mais reservado, mais natural. Acho Formentera um lugar ótimo pra uma lua de mel. Um barco quem sabe, praias calmas e mergulhos num mar verde/azul transparente. A liberdade que eu senti alugando uma motinho e brincando de Diários de Motocicleta pela ilha foi fantástica. Abanando as tranças, indo pra onde eu bem entendia, os eventuais insetos que me atingiram na cara enquanto pilotava a moto, a chegada em cada prainha nova paradisíaca, tudo tudo. Impossivel não voltar num lugar assim. 

Pegar o onibus e visitar o máximo de prainhas possiveis, ver o por do sol no Cafe del Mar em San Antonio, ir na Space e na Amnesia, e mais outros tantos bares menores com musica o dia inteiro, comer sanduíches de baguete (não sei o que acontece mas eles fazem uns maravilhosos), comer no restaurante italiano Marco em Figueretas, visitar Formentera, alugar motinho, passear e curtir o máximo de praias que der, comer frutos do mar em geral. Ah... E muito protetor solar.

Por do sol do Café del Mar


Formentera


Pra seguir na linha de manter um semi diário de viagem, outros lugares, coisas que eu fiz e sentimentos que eu tive:

Em Barcelona
Ver todas as obras arquitetônicas de Gaudi (é muito incrível prestar atenção no uso da luz natural nessas construções, beeem bacana), passear de moto pela cidade (tenho muita sorte de ter amigas queridíssimas morando lá que cuidaram muito bem de mim e me mostraram vários lugares), frutas frescas nas fruteiras, sair a caminhar e observar as partes diferentes da cidade, visitar a catedral e dar a sorte de ver todo mundo reunido dançando a dança catalã ao som de uma banda na frente da catedral deles. Pra essa dança eu vou fazer uma pausa. Que coisa mais linda e forte que acontece ali, eles dançam em círculo de mãos dadas, vestindo geralmente os mesmos tipos de sapatos (um tipo de alpargata que amarra até o tornozelo) e fazendo exatamente os mesmos passinhos da dança catalã. Quando eu cheguei perto pra ver me senti em um outro mundo. A energia que vinha de toda essa gente dançando juntas e celebrando a cultura deles foi uma coisa que me tocou profundamente por algum motivo. Fiquei com vontade de chorar. É, chorei bem pouquinho. Seguindo, comer paella na praia de Barceloneta, comer peixe num restaurante chamado Paradeta (dá pra escolher os peixes fresquinhos, o estilo como vai ser feito - gratinado, frito, marinado, etc - e pra completar uma garrafa de vinho, tudo por um preço bastante razoável), paninis e baguetes são sempre bem vindos aqui também, e o povo é bastante amigável quando se fala ou se tenta falar espanhol. Ah, quase esqueci. Na Espanha tem uma sopa de tomate fria que se toma antes do prato principal chamada Gazpacho - bastante deliciosa.

Dança Catalã

Gaudi


Em Paris
Dominar o uso dos trens e explorar toda a cidade sem a chance de se perder. Se tu tem um mapa e uns tickets de trem, não tem como não ser feliz explorando a cidade. Todas as linhas são conectadas de algum lado e uma vez que se está dentro do trem, dá pra pular de um pro outro sem custo antes de sair pra rua no destino desejado, transporte público super eficiente. Nas estações e corredores entre trens tem bancas de frutas, musicos e figuras de filme. Visitar os classicos Louvre, Sacre Coeur (sempre erro esse nome, a pronuncia então é uma das coisas que acho que nunca vou conseguir dizer na vida), crepes, creme brûlée, nutela em tudo, ter amigos que falam francês pra ajudar. Como é uma cidade com muito turista, muitos deles falam inglês, mas depois de todo o medo que me foi botado que francês torcia o nariz pra turista, fiquei meio escaldada. Não passei trabalho mas fiquei contente de estar com amigos quase o tempo todo e não ter que me virar nos 30 em francês porque os meus dotes com a língua por enquanto são inexistentes. Comer croque monsseur, visitar a Plaje, imitação de praia recentemente construida na beira do rio Sena, se possível com uma garrafa de vinho, queijo e baguete, a serem degustados enquanto se admira a grandiosidade das construções ao redor com a torre Eiffel ao fundo. Não posso deixar de falar agora do meu lado negativo de Paris... Fiquei impressionada no cheiro de urina em geral por tudo. Não sei o que acontece mas parece que tem xixi por varios cantos da cidade. É meio impossível andar no metro (pelo menos no verão quando eu fui) e não sentir o cheiro. 

Rio Sena

Louvre


Para um próximo post: Londres, Varsóvia, Costa Brava, Dusseldorf e mais.

Thursday, February 2, 2012

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais

Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.

“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.

“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.

“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.

“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.
3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.

“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.

“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.
4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.

“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.

“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.

“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.

“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.
Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.

“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.

De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.

Tuesday, September 13, 2011

O Piloto Automático

Hoje eu caí de skate, de novo.


Devo confessar que acho cair bom. Do mesmo jeito que já contei aqui que adorei quando tomei a maior vaca da minha vida, também gostei do meu tombo de hoje. Os sustos acordam. A vida é um presente e a gente tem que aproveitar e viver esse presente, não necessariamente caindo e tomando vaca, mas prestando atenção nas coisas em volta. 
Tenho sentido um desligamento geral das pessoas com o momento presente. O que acontece em volta, a natureza, o outro. No colégio, lá pela quinta série, fizemos um exercício de olhar no olho do colega, a ponto de enxergarmos a nós mesmos e caminhar juntos para frente ou para trás. Acho essa ideia muito legal porque não é uma coisa tão difícil, só se precisa ter um pouco mais de atenção. É essa atenção que eu sinto falta no dia a dia, de mim mesma inclusive. Atenção com as coisas, as pessoas, os quebrados na calçada (meu cotovelo que o diga)...
Hoje tem muita coisa que dispersa a atenção das pessoas. Celulares com internet e preocupações na cabeça são grandes inimigos do agora. Mas o agora é importante. É o agora que nos dá as ferramentas que precisamos pra chegar ao mais tarde. Sabe quando tu tá dirigindo por 15 minutos e não te dá conta pra onde tá indo, porque simplesmente fez o caminho de sempre. É o piloto automático, que nos coloca num estado passageiro, meio longe. Tu ainda chega onde tu quer chegar, dirige o carro, escuta as pessoas falando ao redor, vê as arvores e as flores, mas com uma presença parcial, que não nota tudo. Que deixa passar coisas possivelmente boas e lindas, ou oportunidades, o que for.
Eu queria que a sociedade de hoje se desse conta disso, lutasse contra. O computador é tentador, joguinhos no celular também são. Mas em muitos momentos eles nos afastam a realidade, o sol lindo que tem lá fora, a joaninha que pousou ao lado, o sorriso ou o olhar de quem está por perto, de quem se quer bem. Claro, tudo isso salvo o momento em que se trabalha, pesquisa, ou se realiza uma tarefa utilizando desses meios tecnológicos incríveis e facilitadores.
Eu sou completamente pró-tecnologia. Acredito que os benefícios são imensos, e que ela também aproxima as pessoas, só tinha vontade que o aspecto físico e os cinco sentidos não enfraquecessem com o passar das gerações. Estudos comprovam que alunos que usam cadernos ao invés de computadores em aula têm melhor performance escolar, são menos dispersos e aprendem mais. Outros estudos indicam que fazer muitas coisas juntas, o famoso multitasking - celular, computador, televisão, musica, conversa... - com o tempo a tendência é o QI da pessoa diminuir. Em outras palavras, mais diminui a capacidade de prestar atenção em alguma coisa e realizar uma tarefa bem e com eficiência. 
Volto ao meu tombo. Eu não prestei a atenção que deveria. E caí. Eu queria que algumas pessoas tivessem a sorte de poder cair de seus telefones e computadores e problemas por apenas uns instantes durante o dia,   e pudessem olhar mais em volta. O agora é incrível, e ele não volta. Use-o com sabedoria. 

Friday, July 15, 2011

Eu em Amsterdam

Minha primeira parada na conquista de territórios Europeus foi aqui, Amsterdam. Que lugar encantador! Tudo é bonito, aconchegante, e movimentado ao mesmo tempo. As ruas aqui andam em circulos em volta dos canais, não em quadrados e quadras. Bicicleta acredito que realmente dá em arvore, aluguei essa da foto pra dar a minha banda.
Fui pra rua da feirinha deles com roupas, frutas, malas, quadros, e mais um tanto de outra coisa. Fui em parques, andei pelas ruazinhas, comi o biscoito waffel fininho recheado com mumu/mel (é a descrição mais próxima que eu consigo pensar), vi um monte de predios bonitos, turistas, e bicicletas. Também tem bastante bicicleta nessa cidade. E sim, na primeira parada que eu dei com a minha bici alugada, eu consegui derrubar as 4 que tavam do lado estacionadas, coisa de turista.
Amei isso aqui! Com certeza um lugar a retornar, dai pra ver os campos de tulipas que são famosos aqui e não tive a chance de ver.
Sigamos viagem.

Saturday, June 25, 2011

Sunday, May 15, 2011

Oi, tudo bem?

Quanto tempo... Vim aqui pra dizer que eu tô feliz!
Tem tanta coisa boa pra acontecer e acontecendo que to feito uma adulta consciente de tudo isso de bom que se aproxima. A minha vida tá mudando bastante nesses ultimos tempos e vai revolucionar loguinho. Estou com projetos novos, e coisa que eu vou tocar por diante e fazer na minha vida. Não posso escrever muito agora pois estou estudando pras minhas provas finais e isso é mais uma distração, mas eu precisava gritar que to feliz!
Por aqui as coisas estão na velocidade da luz, e o meu aniver tá chegando!
Junto com o meu aniver, nessa quinta, será a ultima das minhas provas finais. Gostaria de dizer que a celebração será em dobro, mas como não celebro o meu aniver nunca por uma noite só, digo que será intermitente até eu resolver que tá bom, ou até chegar outro motivo pra celebrar. 
Celebremos coisas boas. 
Um brinde!

Monday, February 28, 2011

Tcharan

Esse video foi gravado em Janeiro de 2011.
Eu queria deixar ele mais disponível e imortalizado aqui no blog, pra qualquer momento que peça uma risada.
Tenha um bom dia!

Um docinho pro esquilo

Esse é um amiguinho que eu fiz por ai. Aparentemente ele gostou bastante de mim, por 2 minutos.

Tuesday, January 4, 2011

Da minha mami

Queria guardar aqui um pedaço dum email que ela me mandou enquanto fazíamos nossas resoluções pra 2011.
Como eu amo essa mulher.

"Quando se faz mais aniversários  a bagagem de experiencias aumenta e as coisas vão ficando mais claras. Enxergamos melhor nossos objetivos e o que nos faz mais felizes. Aprendemos muito com nossos erros e acertos e de tudo que passamos fica uma lição, um aprendizado, nos tornando pessoas melhores e mais seletivas. Nossa escala de valores vai se burilando e se adaptando aos desafios diários que a vida nos apresenta. A familia nos dá uma base sólida para nunca nos sentirmos sós, seja qual for a situação e só isso já nos dá uma tremenda segurança.  Damos importancia aos verdadeiros amigos, aqueles que estarão sempre conosco seja pra rir ou chorar e até para saber que, embora a gente não conviva com eles como gostaria, eles estão sempre lá, tocando as suas vidas e quando há o reencontro é só alegria e felicidade e a sensação é a de que nunca nos separamos deles."

Acho muito válido aperfeiçoar a percepção que temos das coisas que precisamos na vida. É importante a gente nunca parar esse processo, até porque nem um dia é igual ao outro. Fiquemos com as coisas boas, cada vez mais claras e distintas das que não são tanto.

Friday, December 24, 2010

De novo e mais uma vez


Eu amo viver as mesmas coisas muitas vezes. Amo por tudo. Amo celebrar momentos bons muitas vezes, e rir das mesmas coisas, e sorrir pelos mesmos motivos cada vez que as memórias vêm. Amo agradecer, amo apreciar, amo dar importância pras coisas especias, mil vezes. Acho uma besteira não fazer, já que isso me faz tão feliz por dentro. Me considero bem melada, mas também não vejo porque não ser. 
Todos aqueles dizeres sobre vida ser curta, aproveitar, dizer eu te amo e afins encabeçaram a lista das coisas mais ditas por algum motivo. Acho que esse motivo não é o mesmo pra todo mundo. A vida ser curta pode significar que não dá nada cagar na cabeça dos outros, ou fazer o que der vontade sem se preocupar com o amanhã. Pra mim não é assim. A vida ser curta - que na verdade nem é tanto - quer dizer que temos que otimizar o nosso tempo por aqui. Temos que fazer valer cada momento, cada pedaço de existencia que forma quem somos e onde estamos, lembrando que só somos porque temos outros à nossa volta, e só estamos pelo ambiente à nossa volta. Aproveitar vem de aproveitar todas as coisas boas, todas as oportunidades de aprender, mesmo que seja re-aprender a inocência ao ver uma criança brincar, ou aprender como não se vestir ao ver aquela tia velha com meia-calça pink, vestido azul, e casaco de onça na rua. São vários exemplos vivos que vemos por aí o tempo todo. A parte do amor nunca é suficiente, nem de mais. O amor é expressado em infinitas formas, palavras, cafés na cama, as frutas picadinhas da minha mãe, as bolachas caseiras e (principalmente) o pão da minha vó, sorrisos, lágrimas, olhares, amores, amores. Mostrar, fazer, e falar amor. Mil vezes. E se não dá tanto, o amor fica aqui, guardadinho e ainda ardendo, pronto pra sair do jeito que dá, assim que possível. Gosto de construir, nutrir e amadurecer o amor. Gosto de ser boba com relação a isso. Gosto de apreciar as coisas como a flor mais delicada e o mineral mais resistente, como é o amor.
Acredito que a vida é tão longa quanto a gente quiser, mas que cada momento é único. Acredito que cada coisa acontece por um motivo, amo as coisas e as pessoas que eu planto e colho por ai. Umas pra deixar mais forte, outras pra mostrar que tem motivo sim, pra ser boba e melada como eu sou.

Friday, December 10, 2010

Wednesday, December 1, 2010

Apologia


Lendo alguns posts antigos eu percebi não um, nem 5, mas alguns vários erros de pontuação, coerência sintática e outras nomenclaturas bonitas dadas a elementos que constituem um texto gramaticalmente correto. 
Pois bem, o Português é uma lingua linda, poética, pela qual eu tenho zelo e respeito. Aplico aqui o clichê não reparem  nos meus erros. Tentarei reduzí-los. 
Aprecio a visita de cada um de vocês que passa por aqui, de coração.

Atenciosamente,
a Gerência.

Monday, November 29, 2010

Tuesday, November 16, 2010

Nos guardados

Nos guardados de emails achei esse texto. Bem bonito. Bem simples. E bom, sobre a minha terra.

Pois é. 
 
O Brasil tem milhões de brasileiros que 
gastam sua energia distribuindo 
ressentimentos passivos. 
 
Olham o escândalo na televisão e 
exclamam 'que horror'. 
 
Sabem do roubo do político 
e falam 'que vergonha'. 
 
Vêem a fila de aposentados 
ao sol e comentam 'que absurdo'. 
 
Assistem a uma quase pornografia 
no programa dominical de televisão 
e dizem 'que baixaria'. 
 
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram 'que medo'. E pronto! 
Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.
Do ressentimento passivo à participação ativa'. 
 
Pois recentemente estive em Porto Alegre, 
onde pude apreciar atitudes com as quais 
não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. 
 
Um regionalismo que simplesmente não 
existe na São Paulo que, sendo de 
todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, 
palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. 
 
Abriram com o Hino Nacional. 
 
Todos em pé, cantando. 
 
Em seguida, o apresentador 
anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. 
 
Fiquei curioso. Como seria o hino? 
 
Começa a tocar e, para minha surpresa, 
todo mundo cantando a letra! 
 
'Como a aurora precursora / 
do farol da divindade, / 
foi o vinte de setembro / 
o precursor da liberdade '
. 
Em seguida um casal, sentado do meu lado, 
prepara um chimarrão. 
 
Com garrafa de água quente e tudo. 
 
E oferece aos que estão em volta. 
 
Durante o evento, a cuia passa de 
mão em mão, até para mim eles oferecem. 
 
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca 
na bomba, mesmo pessoas que não se 
conhecem. Aquilo cria um espírito de 
comunidade ao qual eu, paulista, 
não estou acostumado. 
 
Desde que saí de Bauru, 
nos anos setenta, não sei mais o que é 'comunidade'. 
 
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar 
o hino de São Paulo. 
 
Aliás, você sabia que 
São Paulo tem hino? Pois é... 
 
Foi então que me deu um estalo. 
 
Sabe como é que os 'ressentimentos passivos' 
se transformarão em participação ativa? 
 
De onde virá o grito de 'basta' contra 
os escândalos, a corrupção e o deboche 
que tomaram conta do Brasil? 
 
De São Paulo é que não será. 
 
Esse grito exige consciência coletiva, 
algo que há muito não existe em São Paulo. 
 
Os paulistas perderam a capacidade 
de mobilização. Não têm mais interesse 
por sair às ruas contra a corrupção. 
 
São Paulo é um grande campo de refugiados, 
sem personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'. 
 
Cada um por si e o todo que se dane. 
 
E isso é até compreensível numa 
cidade com 12 milhões de habitantes. 
 
Penso que o grito - se vier - só poderá 
partir das comunidades que ainda têm 
essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre. 
 
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos 
é que levantarão a bandeira. Que buscarão 
em suas raízes a indignação que não se 
encontra mais em São Paulo. 
 
Que venham, pois. Com orgulho 
me juntarei a eles.
 
De minha parte, eu 
acrescentaria, ainda: 
 
'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra...'
 
 
 
Arnaldo Jabor

Saturday, November 6, 2010

Reapaixonada por Djavan.


Originalmente, esse é um email que eu tava escrevendo pra mandar pras minhas amigas, mas decidi contar pra mais gente. Então aqui está.

Guriasss! Queria contar a experiencia linda que eu tive ontem! Fui no show do Djavan aqui em LA! Foi a coisa mais linda! A gente foi de parceria com o show porque fizemos o Made In Brazil lounge after party do show, ou seja, depois do show tinha um lounge com musica comandado por nós no andar de cima do teatro principal. Uma belezura!
Prosseguindo...
Como eu fiquei responsável por vender as pulseiras vip pro after party, eu tava numa mesa meio pro lado do auditório, de onde dava pra ver muito bem o palco. Entrei no teatro antes de todo mundo e pra minha surpresa quando eu entro... O DJAVAN TA PASSANDO SOM. Me tomei de uma emoção incrível, meu olho encheu de agua.. Gurias.. Foi muito foda. Queria tanto voces lá... Ele terminou de passar o som, saiu, ai entrou o publico. O show aconteceu e foi lindo. Foi lindo, lindo! Esse tour foi só de musicas antigas, toodas conhecidas com pequenas inserções de Frank Sinatra e Vinicius de Morais dentre elas.
A primeira e unica vez que eu vi ele foi naquele show do dia dos namorados em 2002 ou 3 ali naquele teatro da redenção (que não me vem o nome agora), beeem de longe. Ontem eu vi ele de bem pertinho, e ele é a coisa mais simpática e querida no palco, se dançandinho e sorrindo com covinhas enormes nas bochechas!
O show foi lindo, foi uma delicia ouvir ele, ouvir as musicas que ouvi com a minha mãe, e com voces, por muitos anos. Ele encerrou o show desejando sorte pra todos os Brasileiros que tavam ali, "nessa cidade maravilhosa", se referindo a LA. Foi lindo. Foi sincero.
No final do show veio um funcionario do teatro dizer que eu podia ir curtir o show ali da frente que ele cuidava do meu posto. Me fui e cheguei a uns 4 metros dele no meio da galera. Aí eu chorei. Aí eu consegui ver aquele sorriso, aquela energia linda que ele tem. E não pára por ai...
Acabou o show e eu tava decidida que não ia dar pra ir ver o Djavan no backstage. Não porque eu não podia, vocês sabem que isso não nunca foi barreira pra mim. Mas porque eu não teria condições de chegar perto dele e não desatar a chorar igual uma criança depois de cair e machucar o joelho. Fiquei lá então vendendo as ultimas pulseiras pra nossa festa do andar de cima, falando pra mim mesma "tá.. foi melhor assim, não vou fazer um papelão na frente do coitado do artista."
Aos 44 do segundo tempo quando a gente tava recolhendo as coisas da mesa. Fiquei sabendo que o Djavan ainda estava ali, e que a gente podia ir falar com ele. Meu coração disparou e fiquei feliz que ainda tinha chance de ver ele. "De verdade (sorrisão)??" Sim. Então fomos. Agora eu tava uma criança no parque, feliz e sem cair. Foi muita emoção... Pensei "bah.. ele já deve ter apertado a mão e falado com muita gente por todo esse tempo, coitado, ja deve estar de saco cheio". Mas não. Ele foi a mesma simpatia, o mesmo brilho, o mesmo sorriso e as mesmas covinhas alí falando com a gente, perguntando de onde a gente era, a quanto tempo a gente tava aqui, nos desejando sorte e mostrando admiração por morarmos aqui em LA. Ele disse que talvez vá a Porto Alegre em dezembro, portanto, fiquem ligados!! Ele falou em dar uma parada de fazer tour porque ele tava meio cansado de tocar as mesmas musicas, que estava louco pra compor e gravar coisas novas. Sempre com aquela cara querida e sorriso aberto, dizendo que quando fosse pra nossa cidade, que era pra gente convidar ele pra comer a comida da nossa mãe na nossa casa! E foi super sincero: "não sei se eu vou conseguir, mas seria bem legal". Foi lindo! Não chorei!! Tiramos foto e saí de lá feliz. Agora mais feliz que qualquer criança por aí. Então tomamos o nosso rumo pra outra festa.
Até agora to boba, feliz, nas nuvens. E vou ficar por muito tempo. Nunca vou esquecer esse dia. Pra sempre. Queria muito todo mundo que sabe o quanto isso foi importante lá comigo, vocês. Falando no telefone com a mãe na ida pro show eu fui muito bem recomendada: "filha, fala pra ele que a tua mãe, em Porto Alegre, ama muito ele de paixão." e "aaaiii pega um autógrafo pra mim Niiine." Pois bem. O autógrafo dela tá na mão, dedicado à TIA MARINA!

E aproveitando que to postando essa mensagem aqui, queria agradecer a minha amiga e irmã Renata, por tudo o que passamos juntas e por permitir que tanta tanta coisa musical irada aconteça na minha vida. A musica é mágica. São poderes que eu nem vou começar a enumerar aqui. A Re me deixa mais perto da musica, e eu amo isso. Amo a minha irmã por isso e por mais tantas outras coisas.. Brigada amiga.

Nas fotos, nós conversando com ele. E a pose final.
(EEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!)






E a simpatia master no palco:


Friday, November 5, 2010


Achei bem bonito isso. Não é o óbvio pra todo mundo.
(Escolha um trabalho que você ame. Você nunca terá que trabalhar por um só dia na sua vida.)

É um projeto sobre as pessoas que influenciam uma nação e como elas pensam. Pena que é tudo em inglês. Mas aqui está o video deles:

Tuesday, October 19, 2010

Chuva

Onde eu moro não chove muito. Com o tempo louco desse ano, acredito que já choveu o equivalente a todos os outros 4 anos que moro aqui. A chuva é uma das coisas que encabeçam a lista de coisas que eu sinto falta do Brasil. Não tenho tanto apego a lugares físicos, não tanto quanto às pessoas. Dessas eu sinto falta. A chuva entra numa categoria diferente, a das coisas que me ligam comigo mesma, como a musica e o por do sol.

Hoje tava chovendo muito. Muito! Eu tava na academia da escola e ainda tinha mais uma aula pra ir depois que eu acabasse a Yoga. Ia ser bem chato ter que cruzar o campus com muita chuva, depois sentar numa sala com ar condicionado de quem mora num dos lugares mais quentes e tropicais, e que não é o caso de LA.

Não é que a chuva deu trégua BEM na hora de eu ir pra aula!? Cheguei na aula sequinha, comemorando por dentro e me considerando a pessoa mais sortuda por não ter que congelar lá. Pois bem, saí de lá e quase chegando no carro começou a chover de novo. Pingos grossos e bem molhados são bem raros quando chove. Comemorei então largando todas as minhas coisas no carro e andando na chuva, curtindo a chuva, correndo na chuva, lambendo a chuva. Agua faz bem. Lava. Purifica. Tava quase voltando pro carro depois de uns bons dez minutos de chuva, mas decidi aproveitar mais e me soltar mais.

Fazia alguns anos que eu não tomava banho de chuva. Saí pelo estacionamento ainda mais empolgada, correndo e pulando com os dois pés nas poças (viu mãe!). Pra quem nunca experimentou, eu recomendo. Sabe tudo que uma criança gostaria de fazer e os adultos nunca deixam? Pois eu estava lá sozinha com nada que me impedisse. Fiz, amei, e pasme: as minhas roupas, o meu tenis e meias vão ficar sequinhos bem como antes de eu me molhar. Sem danos, nem sequelas, só a felicidade de ter feito a peripécia.

De agora em diante vou tentar aproveitar mais essas situações.

Sorriso de pinto molhado e feliz.
=)

Thursday, October 14, 2010

Os benefícios da Yoga

Minha mais nova prática é a Yoga, junto com uma alimentação mais saudável e exercício físico pelo menos duas vezes por semana (a alimentação saudável um pouco mais de duas vezes na semana).

A Yoga tem propriedades incríveis. Dentre os blablás mais encontrados por aí em artigos e informações sobre propriedades gerais, ela ensina a controlar e usar a respiração a nosso favor. Também ensina uma postura mais correta e a usar todos os musculos que temos para suportar o nosso corpo de um jeito mais equilibrado. Equiíbrio esse que é pra refletir no dia a dia, tornando o praticante mais focado, calmo e ereto. Isso me lembra uma canção regravada pelo Pato Fú que diz: Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta, e o coração tranquilo. Acho que é bem por aí mesmo.

O nosso interior reflete as coisas que acontecem, então tenho tentado cuidar mais do meu. O skate também tem me feito muito bem. Eu to cada vez mais segura andando, já que uso todo dia, mas isso não quer dizer absolutamente nada. Agora aos benefícios da Yoga acoplados ao meu skate:
Estava eu saindo da academia com a minha mochila de aula nas costas e a minha bolsa de academia com roupas suadas, shampoos e afins no meu ombro direito. Direito também é o lado do meu corpo que fica na frente quando eu ando de skate. Então estava eu saindo, e indo pro estacionamento pegar meu carro quando, não mais que de repente ao subir um rebaixamento de calçada e tentar fazer a curva ao mesmo tempo, caí. Caí bonito. O skate quase foi atropelado pelo onibus que circula o campus e a coisa só não foi mais envergonhante porque os vidros do onibus eram fumê, então não vi a cara das pessoas e quantas elas eram me vendo caindo no chão. A Yoga entrou aí brilhantemente junto com seu tapetinho, usado pra criar aderência ao chão durante a prática. Meu tapete estava dentro da minha bolsa, que por sua vez estava no mesmo lado pro qual caí quando perdí o equilíbrio e o skate "saboneteou" de baixo dos meus pés.

Se não fosse a Yoga querida eu estaria possivelmente com o braço inteiro esfolado, mas já que eu pratico, ganhei só um leve esfolado na minha mão. Vivas!

Todos os tipos de sustos inesperados me fazem sentir viva. Incluindo vacas no mar. Essas são muito boas. São um sacode, um "prestenção" e volta pra realidade! Se eu estivesse mais presente talvez eu tivesse distribuido melhor o meu peso na hora daquela curva e daquela subidinha, ou talvez era bem do tombo que eu tava precisando.

Um upa na Yoga e no meu skate, e em mim.
UPA!


Tuesday, October 5, 2010

Mais Musica

Sabe acordar com uma musica na cabeça?
Pois é, hoje acordei com essa.
Uma delícia, tirando o excesso de esforço criativo de quem colocou isso no youtube. Por favor desconsiderem a aletoriedade ilustrativa do video.

A musica ta fazendo mais parte dos meus dias ultimamente porque ando mais em trânsito. Um total de 1h30 de freeway, 20min de skate e 40min de academia de segunda a quinta (tá.. as vezes só 3 desses 4 dias possíveis pra academia).

Academia é lugar pra musica eletronica, e pra 60% dos outros momentos que tô com o iPod ligado. De resto gosto de musicas calminhas, até um rescém descoberto barulinho de chuva! Tem um site com 30min de barulho de chuva, o máximo. Tenho ligado ele pra estudar. Ele ajuda bastante a prender a atenção no que eu to fazendo. ( www.barulhodechuva.com.br ) Pena que não achei uma versão boa pra fazer download ainda. Chuva portátil soa muito bem!

Daí tem outras bandas e cantoras que eu gosto. Tenho gostado muito de ouvir Corinne Bailey Rae. Tenho dois ótimos albums dela. Aqui uma das minhas preferidas dela. Com essa nos ouvidos andando de skate dá vontade de ir muito, muito longe, bem embaladinho.
Especialmente com as chuvinhas breves do começo do outono por aqui, Corinne vai muito bem.


Queria estar mais perto pra atualizar as musicas da minha mama com mais frequencia. Ela tem um iPod que eu atualizei a última vez sabe lá quando, e ela sabe as musicas todinhas. Da última vez que tocamos no assunto ela disse que se apegou às musicas de tanto que ouviu, e não se preocupou mais tanto em querer trocar. Figura.